Foram tentativas e continuarei tentando. Meu corpo é pólvora. Falta apenas uma fagulha para eu explodir. Enquanto isso, vou deixando rastros de pólvora. Passei por tantos lugares. Se um dia pegar fogo, as marcas ficarão no chão, mostrando as linhas que fiz. Algumas pessoas vão até rir dos locais por onde passei. Mas no final as linhas carbonizadas no chão formarão um nome chamado tentativas de amar.
Dentre tantas inutilidades "facebookianas" - deixem-me utilizar um neologismo - eis que surge algo para nos instigar: O tempo . Antes de atingir o meu real objetivo em publicar este artigo - a publicação de um vídeo -, devo repassar uma breve biografia de um homem que vem há anos nos provocando (logicamente para os que o assistem), Antônio Abujamra. "Talento multidisciplinar, Antonio Abujamra faz parte da história da inteligência brasileira." - por Fernando Martins , trecho extraído do site CMAIS. " Abu nasce em 1932 em Ourinhos, interior paulista. Forma-se em Filosofia e Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Sua primeira peça foi como ator, na fase dos seus 20 anos, no Teatro Universitário de Porto Alegre em “Assim é se lhe parece”, de Luigi Pirandello. Depois de uma temporada no teatro amador do Rio Grande do Sul, ganha em 1959 uma bolsa para estudar literatura espanhola em Madri, na Espanha. Segue para Paris e...
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